19 de novembro de 2008
18 de novembro de 2008
Dividindo a Cáfila
Encontramos perto de um antigo abrigo para peregrinos meio abandonado, três homens que discutiam acaloradamente ao pé de um lote de camelos.
Por entre pragas e impropérios gritavam possessos, furiosos:
- Não pode ser!
- Isto é um roubo!
- Não aceito!
O inteligente Beremiz procurou informar-se do que se tratava.
Somos irmãos, esclareceu o mais velho, e recebemos como herança esses 35 camelos.
Segundo a vontade expressa de meu pai, devo receber a metade, o meu irmão Hamed Namir uma terça parte, e, ao Harim, o mais moço, deve tocar apenas a nona parte. Não sabemos, porém, como dividir dessa forma 35 camelos, e, a cada partilha proposta segue-se a recusa dos outros dois, pois a metade de 35 é 17 e meio. Como fazer a partilha se a terça e a nona parte de 35 também não são exactas?
- É muito simples - atalhou o Homem que Calculava. - Encarrego-me de fazer com justiça essa divisão, se permitirem que eu junte aos 35 camelos da herança este belo animal que em boa hora aqui nos trouxe!
Neste ponto, procurei intervir na questão:
- Não posso consentir em semelhante loucura! Como poderíamos concluir a viagem se ficássemos sem o camelo?
Não te preocupes com o resultado, ó Bagdali! - replicou-me em voz baixa Beremiz
- Sei muito bem o que estou fazendo. Cede-me o teu camelo e verás no fim a que conclusão quero chegar.
Tal foi o tom de segurança com que ele falou, que não tive dúvida em entregar-lhe o meu belo camelo que imediatamente foi reunido aos 35 ali presentes, para serem repartidos pelos três herdeiros.
Vou, meus amigos - disse ele, dirigindo-se aos três irmãos -, fazer a divisão justa e exacta dos camelos que são agora, como vêem em número de 36. E, voltando-se para o mais velho dos irmãos, assim falou:
- Deverias receber meu amigo, a metade de 35, isto é, 17 e meio. Receberás a metade de 36, portanto, 18. Nada tens a reclamar, pois é claro que saíste lucrando com esta divisão.
E, dirigindo-se ao segundo herdeiro, continuou:
- E tu, Hamed Namir, deverias receber um terço de 35, isto é 11 e pouco. Vais receber um terço de 36, isto é 12. Não poderás protestar, pois tu também saíste com visível lucro na transacção.
E disse por fim ao mais moço:
- E tu jovem Harim Namir, segundo a vontade de teu pai, deverias receber uma nona parte de 35, isto é 3 e tanto. Vais receber uma nona parte de 36, isto é, 4. O teu lucro foi igualmente notável. Só tens a agradecer-me pelo resultado!
E concluiu com a maior segurança e serenidade:
- Pela vantajosa divisão feita entre os irmãos Namir - partilha em que todos três saíram lucrando - couberam 18 camelos ao primeiro, 12 ao segundo e 4 ao terceiro, o que dá um resultado (18+12+4) de 34 camelos. Dos 36 camelos, sobram, portanto, dois. Um pertence como sabem ao bagdáli, meu amigo e companheiro, outro toca por direito a mim, por ter resolvido a contento de todos o complicado problema da herança!
- Sois inteligente, ó Estrangeiro! - exclamou o mais velho dos três irmãos.
- Aceitamos a vossa partilha na certeza de que foi feita com justiça e equidade!
E o astucioso Beremiz - o Homem que Calculava - tomou logo posse de um dos mais belos camelos do grupo e disse-me, entregando-me pela rédea o animal que me pertencia:
- Poderás agora, meu amigo, continuar a viajem no teu camelo manso e seguro! Tenho outro, especialmente para mim!
E continuamos nossa jornada para Bagdad."
Do livro “O homem que calculava” de Malba Tahan, pseudónimo do brasileiro Júlio César de Mello e Souza
Reflicta sobre o assunto e tente explicar, ou pelo menos entender, o sucedido.
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18.11.08
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17 de novembro de 2008
Desejos Adormecidos
No Sábado, ao chegar à terra onde cresci, fui invadido por um cheiro nostálgico - o vento transportava aromas de pinho a arder. Secretamente desejei que os meus pais tivessem acendido o lume, como não vislumbrei fumo a sair da chaminé, naquele momento, senti uma pontinha de inveja da pessoa que tinha a fogueira acesa. Jantei e fui procurar os amigos ao café. À medida que íamos molhando a palavra, um abandono gélido ia tomando conta das ruas. Lá fora o frio ia-se intensificando e dentro de mim ia crescendo o desejo de estar perto de uma fogueira, de tal forma que durante a noite sonhei com o fogo.
Na tarde de Domingo a "tribo" reuniu-se e, quando o frio voltou a apertar, o "índio" dono da casa decidiu acender a lareira. Em boa hora o fez. Os presentes, todos velhos conhecidos do fogo e com saudades dele, aplaudiram. Ainda não foi um "verdadeiro" estar à fogueira, mas deu para enganar as saudades. Um grupo de amigos petiscando em amena cavaqueira, foi um belo convívio aquecido! Entre copos de vinho e água-pé ficou, desde logo, combinado um novo petisco.
Foi como que o prenúncio do Inverno que se aproxima, prenúncio de longas noites de conversa em volta da fogueira.
Tenho de contar-vos uma coisa: Sou um viciado!
Nas noites frias adoro estar junto ao fogo, gosto de sentir o seu calor reconfortante e do cheiro a lenha queimada, de apreciar a beleza das chamas e da dança do fumo que parece querer brincar connosco. Gosto da sua companhia e de me deixar hipnotizar pela incandescência das brasas.
O fogo é um companheiro, sedutor, enigmático, um amigo fascinante. Só quem já passou noites com ele pode compreender verdadeiramente este sentimento.
Depois… contem-me como foi.
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17.11.08
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14 de novembro de 2008
Expiração
ou pura falta de ideias…
Só sei que a inspiração continua ausente e
não me ocorrem nada de jeito.
Portando se não estou inspirado…
Estou expirado!
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14.11.08
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13 de novembro de 2008
O Seu Número de Telefone
se for preguiçoso numa calculadora.
Se quiser ser “radical”...
Faça tudo mentalmente.
Multiplique os primeiros 5 números do seu telefone por 80.
Adicione-lhe 1 e volte a multiplicar por 250.
Agora, multiplique os últimos 4 números por 2.
Some com o resultado anterior, retire-lhe 250 e divida por 2.
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13.11.08
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12 de novembro de 2008
11 de novembro de 2008
10 de novembro de 2008
"Silêncio Ensurdecedor"
O ruído habitual, de repente, como que por artes mágicas, desapareceu. Sem qualquer explicação lógica os sons simplesmente deixaram de existir.
Quando isto acontece, implicitamente, todos desconfiamos que algo aconteceu.
Hoje vivi um desses momentos. Como habitualmente, cheguei ao local de trabalho e disse os bons dias da praxe. Passado uns momentos, estranhamente, ou nem por isso, instalou-se o silêncio. Um daqueles comprometidos que não augurava nada de bom.
Fiquei na expectativa. Seria um silêncio à priori ou à posteriori?
Um presságio de algo que está prestes a acontecer, ou, pior do que isso, algo já aconteceu e ilusoriamente espera-se que, mantendo o silêncio, a situação não seja real. Pessoalmente não sei qual a pior das hipóteses.
Estava eu nesta curiosidade, um pouco mórbida confesso, tentei fazer conversa e... nada, ninguém estava disposto a quebrar a "lei da rolha". Parecíamos uma empresa de surdos-mudos. Nem os telefones tocavam, o corredor, as salas e até a rua pareciam estar todos unidos num protesto mudo, uma qualquer aliança silenciosa. Nestas ocasiões, não sei porquê, silêncio atrai silêncio e aparentemente eu era o único ser com o dom da fala. Até dentro da minha cabeça, o silêncio começava a ecoar de forma ensurdecedora.
Esta ausência de som persistiu, teimosamente, durante algumas horas.
Perto da hora de almoço, finalmente, o telemóvel tocou. Uma pessoa amiga deu-me um toque, mas quando tentei retribuir a chamada… do outro lado, uma voz informou-me: "de momento não é possível estabelecer a ligação". Nova tentativa... mais do mesmo. Um telefonema para outro número, o mesmo resultado. Novas tentativas e nada.
Seria uma conspiração contra o som?
Afinal o mistério era fácil de resolver e o silêncio "tinha" uma razão para existir.
Esqueceram-se de pagar a conta dos telemóveis!
Parafraseando um "grande sábio", o Neurónio vai quebrar o silêncio:
"É uma situação perfeitamente normal!" - Artur Jorge
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10.11.08
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7 de novembro de 2008
Figas
Se fosse supersticioso, hoje, ia fazer figas para afastar a malapata.
Não o sou, nem acredito que a sorte e o azar estejam previamente destinados.
As coincidências, por vezes, são cruéis. Capazes de tirar o mais céptico dos cépticos do sério.
Há dias que por uma qualquer razão correm mal do princípio ao fim.
Ontem foi um deles.
Como a inspiração continua escassa...
Vou "culpar a falta de sorte", e contar-vos o meu dia "azarado", foi assim:
Acordar, banho, pequeno-almoço, acender um cigarro...
Até aqui, tudo normal.
Depois...
Olhei para o relógio, 8.30h, tecnicamente estou atrasado.
E a empresa que nos vai fazer obras no prédio também (nem sequer apareceram).
Saí de casa e, antes de chegar à paragem, lá vai 1, 2, lá vão 3 autocarros.
Decidi ir tomar café e comprar tabaco. O café saiu queimado e o tabaco fiquei-me pelas intenções (o Sr. não sabia do comando para desbloquear a máquina).
Os próximos autocarros??? Esperei... esperei e... ainda estavam mais atrasados do que eu. Decidi ir a pé até ao Metro, ao caminhar… lá vem 1, olha o 2º e 3º autocarro. Reagi com um encolher de ombros, (afinal não é a primeira nem será a última vez que isto me acontece) coloquei outra música a tocar no iPod e segui caminho. Parei numa banca de jornais para comprar os cigarros, e... claro, havia de tudo excepto os que eu queria.
Entrei na estação de Metro - anormalmente a abarrotar de gente e após 10 minutos de espera, lá consegui entrar numa carruagem. A melhor forma de descrever a situação é: atrasado e enlatado. Sim, devo ter apanhado com a cidade inteira. Mudar na Baixa-Chiado - uma eternidade.
Resumindo, consegui chegar 45 minutos atrasado.
No trabalho, o computador decidiu dar o seu contributo. Primeiro com lentidão depois com bloqueios e por fim desconectando-se do mundo.
Quando fui almoçar o prato que escolhi... tinha acabado.
Para descontrair, voltei a ligar o iPod. Às 14.00h, desliguei-o e voltei ao trabalho.
Quando pensava que à tarde a coisa iria melhorar... afinal, não.
Ainda conseguiu ser pior.
A electricidade decidiu faltar. E, adivinhem... quando voltou, consegui recuperar quase todos os documentos, excepto o mais importante.
No final do dia decidi ir à bola, maldita ideia.
Cheguei atrasado, não vi a águia Vitória a voar e Benfica-Galatasaray, 0-2.
Os da minha cor não jogaram nada, assisti a um "banho turco".
Como se tudo isto ainda não fosse suficiente, quando voltei a ligar o iPod nada de som. Cheguei a casa com a intenção de o carregar, liguei o computador, os cabos e nada. O iPod tinha "morrido".
Para terminar, tinha em mente ligar a um amigo e esqueci-me completamente.
Foi um dia de anormalidades, ai se eu fosse supersticioso...
Hoje, fazia figas.
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7.11.08
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6 de novembro de 2008
5 de novembro de 2008
4 de novembro de 2008
"Dia D"
Hoje é dia D nos EUA, D de todas as decisões.
Em causa está muito mais que a escolha de um novo presidente.
O resultado vai ser decisivo para as relações internacionais.
Dele depende a maneira como eles vão interagir com o resto do mundo.
Já chega de “Bushadas”!
O Neurónio espera que eles façam a escolha certa.
Aparentemente estão inclinados para isso.
Igualmente importante, muito, é a contagem dos votos.
Será que eles já os sabem contar?
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4.11.08
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3 de novembro de 2008
Obama, Obama!
quer se goste ou não, têm influência no mundo inteiro.
E se o mundo pudesse votar?
O Neurónio não é simpatizante das americanices.
Mas se pudesse votar…
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3.11.08
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31 de outubro de 2008
Samhain
Para começar, estamos perante uma espécie de sexta 13 invertida.
Depois porque é final da semana, final de mês e...
Nas mãos da igreja católica, por antecipação ao dia, passou a ser a vigília de todos os santos - All Hallow’s Eve (em inglês). Que de tradução em tradução ("All Hallowed Eve" e “All Hallow Een”) chegou até nós como Halloween.
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31.10.08
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30 de outubro de 2008
Post Fúnebre
Infelizmente, fui acompanhar mais um familiar à sua última morada.
Nos últimos tempos, esta viagem, está a acontecer com demasiada frequência. Entre amigos e familiares, o mundo, o meu, vai desaparecendo a um ritmo doloroso. Cada vez somos menos!
Grécia é mais um nome a juntar à lista que vai povoando a “quinta das tabuletas.
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29 de outubro de 2008
Pesquisa Prostituta
Decidi investigar qual o elemento que "existe" em maior abundância na Blogosfera.
O Neurónio ou o Prostituto?
Segundo o Google:
Cerca de 231.000 para Neurónio e cerca 131.000 para Prostituto.
Apesar de tudo, é um resultado menos mau, há mais neurónios que prostitutos.
Também confirmei que os Neurónios Prostitutos são pouco abundantes.
Cerca de 1.350 para Neurónio Prostituto.
Dado que, destes, nem todos são realmente, neurónios a prostituírem-se…
(Existem prostitutos infiltrados nesta pesquisa, facto "cientificamente" comprovado por algumas pesquisas que vêm desaguar neste blog)
Resta saber se são uma espécie em vias de extinção.
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28 de outubro de 2008
Alta-sociedade-cagada
(…)
A nobreza é dispendiosa, não produtiva e parasita, sorvendo demasiada energia da sociedade para satisfazer as suas frívolas necessidades.
(…)
A população aumenta para assegurar produtores de comida suficientes. A própria guerra aumenta (…) porque os governantes precisam de carne para canhão.
(…)
A sua confiança nos líderes, que dantes pareciam tudo saber mas que hoje vivem obcecados por objectivos egoístas e a curto prazo, declina com a qualidade de vida. O povo torna-se descrente. A actividade ritual cessa."
Palavras retiradas do livro “O mundo sem nós” de Alan Weisman sobre o desastre ecológico, em Dos Pilos, que levou ao desaparecimento da civilização Maia.
E que bem que elas assentam na actual alta-sociedade-cagada (o chamado jet 7).
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27 de outubro de 2008
Mudar o(s) Relógio(s)

Pois é, mais uma vez, a hora voltou a mudar.
E lá voltamos nós à velha discussão das vantagens/desvantagens, do porquê, se nos afecta o biorritmo…
Com mais ou menos transtornos, concordando ou não, tivemos de mudar o(s) relógio(s).
É um assunto interessante, mas o Neurónio, em vez de discutir a mudança de hora, preferia antes discutir a Hora da Mudança.
Está na hora de o mundo mudar (está a precisar).
E essa hora vem atrasada.
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24 de outubro de 2008
23 de outubro de 2008
Etilicamente Bem Dispostos
O Deprimido
Características: A sua vida está em crise. Seja por dificuldades financeiras, luto ou desgosto de amor.
Motivações: O álcool surge como uma forma de se reconfortar e conseguir lidar com os problemas.
O Stressado
Características: Pressão no local de trabalho e demasiadas responsabilidades.
Motivações: O álcool é uma forma de relaxar e uma fronteira entre o pessoal e profissional.
O Social
Características: Agenda social carregada.
Motivações: O álcool é uma forma de ligação aos outros, de união.
O Conformista
Características: Pessoas "tradicionais" que acreditam que os «homens vão ao bar todas as noites».
Motivações: Beber é o seu «momento». O bar surge como uma segunda casa.
O Maria-vai-com-as-outras
Características: Bebe quando está rodeado de muitas pessoas.
Motivações: Deixa-se levar pelo ambiente do bar e pelas companhias.
O Entediado
Características: Pessoas sem vida social.
Motivações: A bebida torna-se uma companhia.
O Machão
Características: É quase sempre alguém que se sente frustrado em áreas fundamentais da sua vida.
Motivações: Tudo gira em torno da sua capacidade de beber e usa isso para afirmar a sua masculinidade.
O Hedonista
Características: Pessoas sem preocupações na vida e que só procuram o prazer.
Motivações: Usam o álcool como forma de provar a sua liberdade e independência em relação aos outros. Serve ainda para ultrapassar inibições.
O Quase Alcoólico
Características: O bar é a sua verdadeira casa. É onde estão sempre que podem.
Motivações: Quase tudo serve: tédio, depressão, cansaço, tristeza ou alegria.
Para o Neurónio a questão é "simples".
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23.10.08
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