Aqui a excepção refuta a regra
Erupção de 1957/1958Estive no local em 2001 e a paisagem ainda parecia semi-lunar.Na altura, cometi a “loucura” de subir ao cimo do farol (última janela).Como não havia acesso (apropriado), trepei pela parede, entrei no interior e subi as escadas em caracol (com corrimão inexistente ou bocados soltos e ferrugentos).Não avisei ninguém, quais as minhas intenções, simplesmente fui por ali acima.Ao chegar ao topo e avistar os meus companheiros, no chão, eram do tamanho de formigas, senti-me como os via, igualmente pequenino.Já tinha visto fotografias da erupção, e agora eu estava no cimo daquele farol “minúsculo” que lá aparecia.Tudo pelo prazer de desfrutar da vista e tirar uma foto idealizada ainda no solo.A foto não saiu, nem podia sair, como a idealizei, mas fica como registo de um momento bem passado.Locais assim, fazem-nos sentir insignificantes perante a força da Mãe Natureza.Notas:1) Não vos avisei que ia subir ao farol porque vocês iam armar-se em picuinhas.(Sim, a nota é para vocês duas que andam por ai á espreita)2) As fotos, em baixo, (são tiradas da net e mais recentes), mas mostram bem o que era o local.
Alusivo ao teu estado de espírito, não???
Olha caramelo se eu soubesse que ias subir dava-te uma bandeirinha de Portugal para colocares no topo!
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2 comentários:
Alusivo ao teu estado de espírito, não???
Olha caramelo se eu soubesse que ias subir dava-te uma bandeirinha de Portugal para colocares no topo!
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